WT-8123

A frase sempre é usada para definir o futebol, mas pra nós que amamos carros (mesmo os que também amam futebol), podemos adaptar: carro é a coisa menos importante entre as mais importantes. Carros nos levam e trazem, e apenas isso, se formos analisar o seu objetivo principal. Mas por algum motivo acabamos nos apegando muito a alguns deles. Os motivos são inúmeros e não cabe a mim enumerá-los aqui. Todos que acessam a Home-Page do Passat sabem muito bem como isso pode acontecer, cada um tem a sua história e um motivo pra ter se apegado a um Passat (ou outro modelo). E quando isso acontece, não é apenas o levar e o trazer que importam.

O LS 80 da família, em uma das poucas fotos em que ele foi registrado.

O LS 80 da família, em uma das poucas fotos em que ele foi registrado.

No meu caso, a história começa em algum momento do início dos anos 80. Eu era pequeno demais pra lembrar em que ano foi, talvez em 1983 ou 1984, pois calculo que eu tinha uns 4 ou 5 anos de idade. Mas lembro bem que meu pai tinha um Chevette bege (1976 ou 1977, por aí) e um belo dia foi me buscar no colégio, de carro. O colégio ficava na minha rua mesmo, a 200 metros de casa. Não havia a menor necessidade de me buscar de carro e nem era o costume. Ao sair pelo portão, ele me esperava na frente em um belo Passat verde. Apesar de pequeno, eu já conhecia todos, ou quase todos, os carros daquela época e reconheci o Passat. E no lugar de andar apenas aqueles 200 metros que nos separavam de casa, meu pai me levou pra dar uma volta pela orla e curtir o novo carro. Foi, assim, o primeiro passeio que me lembro dentro de um Passat.

Aquele Passat era um LS 1980 3 portas, Verde Pampa (só fui aprender o nome dessa cor muitos, mas muitos anos depois), placas da cidade do Rio de Janeiro, WT-8123. Foi logo equipado com um toca-fitas abaixo do revestimento central do painel e, pelo que lembro, nada mais. O carro não era muito usado no dia a dia, pois não havia muita necessidade. Mas em qualquer final de semana prolongado ou férias, a família toda embarcava no Passat com destino a algum lugar. Foram incontáveis viagens a Minas Gerais para visitar meus avós, algumas ao norte do RJ, uma para o Espírito Santo durante 1 mês conhecendo as praias do estado, outra também de semanas em direção ao sul do país, onde conheci Curitiba, Porto Alegre, Gramado, Foz do Iguaçu, entre outras cidades. Foi este Passat que trouxe, no banco traseiro rebatido, minha Caloicross AeroFree e a Caloi Ceci da minha irmã da loja, foi ele que nos levou de repente em uma triste viagem no meio de uma semana a Minas Gerais quando meu avô faleceu, foi nele que saímos várias vezes pra ir a praia e pescar, foi nele que fiquei sentado horas conhecendo um carro, lendo o manual, limpando, lavando, etc. Foi este carro que serviu muito bem a família até o finalzinho de 1989. Naquele ano o Passat Verde Pampa começou a apresentar sinais de ferrugem e foi colocado numa reforma completa, pintura novinha, ficou um espetáculo. Porém, poucos meses depois, meu pai estacionou em nossa rua e no dia seguinte não encontrou mais o carro onde havia deixado. Mesmo tendo seguro, ele ainda foi com um amigo a vários desmanches da Baixada Fluminense e outras cidades próximas, em busca daquele LS. Nunca mais tivemos notícias. Depois dele veio um Del Rey (seguido de outro), outros carros… Mas sempre ficou a lembrança. Anos mais tarde, com uns 15 anos de idade, um amigo me ofereceu seu carro pra dirigir pela primeira vez. Por obra do destino, era um LS 80 Verde Pampa.

verdepampa_02A paixão pelo Passat ficou. Em 1996, por conta dessa paixão e daquele LS 80, juntei umas revistas velhas, um punhadinho de informações imprecisas e superficiais e criei a Home-Page do Passat. O tempo passou, a paixão só aumentou, aos poucos vieram os meus Passat, os amigos com a mesma paixão, as viagens para eventos, o Passat Clube-RJ… Tudo em relação a Passat se consolidou. Mas faltava alguma coisa: sempre que eu via um Passat igual ao que meu pai teve, vinham as lembranças daquela época e a vontade de ter um igual. Enfim, aconteceu. Depois de muita conversa com um grande amigo (que não sabe que estou fazendo este texto, portanto não vou citá-lo aqui por enquanto sem que ele saiba e concorde), a quem terá sempre minha gratidão por isso, fizemos uma loucura: fiquei com o LS 80 dele e ele com meu LSE 87. Pouquíssimos motivos me convenceriam a me desfazer do meu LSE, o maior companheiro de viagens que tive. E um desses motivos apareceu. A tristeza de vê-lo ficar em outra garagem foi superada pela chegada do Passat que eu sempre quis e também pela certeza de que ele ficou em ótimas mãos (provavelmente melhores que as minhas próprias mãos).

verdepampa_03Este Passat é praticamente igual ao do meu pai: mesmo ano, mesma cor, 3 portas… Foi produzido cerca de 30.000 Passat após o nosso ex-Passat (sim, ainda guardo o documento dele). Com o carro finalmente em casa, meu próximo passo era mostrá-lo ao meu pai. Nunca fui bom em surpresas e, apesar de ocasionalmente meu pai lembrar do Passat dele quando conversa comigo sobre carros, confesso que tinha um grande receio de mostrar o novo Passat e ele não dar a menor importância. Afinal, já se passaram praticamente 25 anos. Mas eu não podia deixar de mostrar o carro e na quarta-feira de cinzas, logo de manhã, liguei pra minha mãe (que já havia sido devidamente informada do assunto e ajudou a manter o segredo) e pedi que ela avisasse ao meu pai que eu havia trocado o LSE e queria levá-lo pra dar uma volta no novo carro, sem dizer qual era. Consegui uma vaga exatamente em frente ao prédio deles e saí do carro pra esperar. Vi quando a porta do elevador se abriu e meu pai saiu. Ele deu alguns passos, olhou pra rua, sorriu e gritou de longe em tom de brincadeira “Ei! Esse é o meu Passat! Onde você achou ele?”. Na hora veio o alívio imediato pela reação dele… Ele saiu do prédio e começou a andar ao redor do carro, sorrindo. Perguntou se era o mesmo ano do dele, entre outras coisas. Abriu a porta do motorista, sentou no banco e se acomodou. Perguntei se a gente daria uma volta, achando que ele ia querer ficar no banco do passageiro e na mesma hora ele respondeu “Vamos ver se eu ainda sei dirigir um Passat”, enquanto fechava o cinto. Eu não poderia ter ouvido resposta melhor.

verdepampa_paiE lá fomos nós, passeando pelas ruas do bairro… No trajeto, ele começou a falar das viagens, dos anos em que ficou com o carro, do roubo do mesmo em nossa rua. Lembranças de muito tempo atrás. Depois de alguns minutos voltamos ao prédio e ele saiu todo satisfeito, me dando os parabéns pelo carro. Os amigos que já sabiam o que aconteceria naquela manhã esperavam as notícias sobre a reação dele e sei que muitos se emocionaram. Mais tarde, soube que ele se segurou na hora, mas também se emocionou quando voltou pra casa. Depois ele agradeceu por eu ter proporcionado a ele essas lembranças de novo.

Meu pai não precisa me agradecer por nada. Eu é que estou agradecido por ter tido a chance de proporcionar isso a ele.

Placa Treta: a tecnologia Total Flex em 1976

placatreta03Já estávamos há quase 1 ano sem um novo exemplar para nossa série “Placa Treta”, mas eu tinha certeza que mais cedo ou mais tarde apareceria algum Passat para nos decepcionar. E hoje enfim aconteceu. Um dos membros do grupo “Clube do Passat” no Facebook encontrou este anúncio em um famoso site de publicou por lá, já alertando para a incoerência.

placatreta03aplacatreta03bO Passat 1976 anunciado por módicos R$25.000, além das sonhadas placas pretas que caracterizam um veículo com valor histórico, ou seja, que preserve suas características originais, possui também uma gama de itens interessantes e que até onde conhecemos não era utilizada há quase 40 anos atrás. A mais interessante é um motor 1.8 com injeção eletrônica e tecnologia Total Flex. Além disso, direção hidráulica, vidros elétricos, rodas BBS, faróis xenon e um interior personalizado que dispensa comentários. O anúncio também mostra fotos do carro ainda com as placas cinza, o que nos leva a crer que as PP foram obtidas após a compra.

placatreta03cVale o mesmo comentário que sempre é feito: o gosto é algo pessoal. Muitos vão gostar do modelo anunciado e outros tantos não gostarão. Mas o que está em alerta aqui novamente é o uso incorreto da placa preta, novamente obtida sabe-se lá como, em um carro totalmente descaracterizado. Uma desmoralização da placa preta…

Detalhando o Passat Plus…

Passat PlusEstá no ar o primeiro artigo de uma série que pretendo publicar no site (aos poucos, de acordo com o que o tempo livre permitir), detalhando cada versão que for possível. A idéia é ter material para que os proprietários interessados possam usar como referência para a restauração de outros exemplares. Sei que a missão é bem complicada, mas obviamente contarei com a ajuda dos amigos para minimizar essas dificuldades.

O primeiro escolhido foi o Passat Plus, uma série limitada e com algumas características únicas. E o exemplar utilizado para este fim, que faz parte da coleção do Henrique Renke, tornou possível um detalhamento das partes mais emblemáticas desta versão.

É claro que todo artigo será passível de correções futuras, mais informações, mais fotos, etc. E sendo ele, por enquanto, único, ficará ligado a área de artigos diversos. Futuramente, com outras matérias do mesmo tipo, será mais apropriado fazer uma área exclusiva dentro do site. Creio que este primeiro artigo vá ajudar a saber o que faltou ser detalhado. Infelizmente não dá pra mostrar cada parafuso do Passat e nem é essa a idéia. Mas poder mostrar fotos do estofamento, painel, detalhes de cada versão, ou seja: o que deixa dúvidas nos proprietários na hora de fazer uma restauração.

A intenção é ajudar os passateiros… Espero que dê certo!

Garagem do Bellote: Passat TS

Produção de qualidade do Renato Bellote, como já estamos acostumados a ver. E para uma matéria de qualidade, nada mais indicado do que um Passat TS de qualidade! Estrelando este vídeo, temos o TS 1981 do Renato Gualda, que já passou algumas vezes aqui no blog. Um interessante modelo à álcool que, por conta do combustível, levava o motor 1.5 com o carburador Solex de corpo simples, já que o Solex alemão não havia sido adaptado para usar o combustível vegetal.

Apreciem…

Até debaixo d’água

A idéia do dia era participar de dois eventos na Barra da Tijuca. Pela manhã, o AGMH promoveria a segunda edição do seu encontro do Bosque Marapendi. E às 14:00, o VW Clube – RJ teria o seu evento mensal, onde o Passat Clube – RJ aproveitaria para relembrar os 25 anos do final da produção do Passat no Brasil. Mas a previsão do tempo não era animadora: 59mm de chuva ao longo do dia, de acordo com o Climatempo. Apesar disso, resolvemos manter a programação.

Ponto de encontro em Niterói, ainda sem chuva.

Ponto de encontro em Niterói, ainda sem chuva.

Pela manhã, a dupla que sairia de Niterói se encontrou no local combinado e de lá saiu para o segundo ponto de encontro, para que os Passat chegassem juntos ao evento. Já no caminho a chuva deu o ar da graça e assim foi até a Barra. Chegamos pontualmente às 9:00 no Bosque Marapendi, encontrando outros poucos guerreiros submarinos com seus carros antigos, além dos antigos dos próprios organizadores. Mesmo sob chuva, quem tem carro antigo, tem bom humor. E por este motivo o bate-papo sempre é imperdível. Porém, com a chuva cada vez mais forte e cerca de 10 carros presentes, acertadamente foi decidido que o evento seria transferido para o próximo domingo (e lá estaremos novamente!).

Estacionamento do shopping Via Parque

Estacionamento do shopping Via Parque

O jeito foi fazer hora e almoçar em algum shopping, aguardando o evento da tarde. E por lá, quatro Passat estacionados lado a lado, algo raro (ou quase impossível) de ver atualmente se não for realmente intencional, como foi o caso. Ainda com esperança de que o tempo melhorasse, no horário marcado partimos para o evento mensal do VW Clube – RJ. Mas hoje São Pedro foi implacável: o Rio de Janeiro precisava de um refresco e ele não se negou a ajudar. Novamente poucos carros se arriscaram a sair em um clima realmente ruim e não muito propício a quem tem carro antigo. Depois de pouco mais de 1 hora de mais um ótimo bate-papo, mais uma vez foi (bem) resolvido que o melhor seria abortar também este evento e seguir pra casa antes que o clima ficasse ainda pior.

Durante o evento mensal do VW Clube - RJ

Durante o evento mensal do VW Clube – RJ

Passat LS 1980, do Fábio Bittencourt, voltando pela Linha Amarela.

Passat LS 1980, do Fábio Bittencourt, voltando pela Linha Amarela.

Passat LS Village 1984, do Roberto Vilela, na Linha Vermelha.

Passat LS Village 1984, do Roberto Vilela, na Linha Vermelha.

Passat LSE 1987, do Michael Sgarbi, também na Linha Vermelha.

Passat LSE 1987, do Michael Sgarbi, também na Linha Vermelha.

Mas o dia não foi perdido, pelo contrário… Uma reunião de amigos é sempre algo em que só saímos ganhando. E semana que vem teremos novamente. Esperamos que com sol e ainda mais Passat!

5º Encontro Nacional do Passat – Chamada inicial

E temos o prazer de fazer o anúncio do 5º Encontro Nacional do Passat! O evento desta vez contará com algumas mudanças, sendo realizado no Parque das Águas da cidade de Caxambu-MG, e terá a duração de três dias: 3, 4 e 5 de outubro 12, 13 e 14 de setembro de 2014 (a data original precisou ser alterada porque a escolhida inicialmente coincidia com as eleições). O 5º Encontro Nacional de Passat conta com o apoio de diversos clubes de Passat pelo Brasil, como o Passat Car Club – SC, Passatchê, Clube do Passat, Clube do Passat – MG, Passat Clube – RJ e do Passat Clube de Curitiba, responsável pela organização das edições anteriores.

Com a divulgação bem antecipada do evento, esperamos que todos os interessados consigam se programar para participar de mais esta edição. Nos próximos meses serão divulgados detalhes sobre o evento, inscrição e demais informações necessárias, além do cartaz oficial do encontro. Mas, por enquanto, podem reservar as datas na agenda e se programar para participar de mais esta edição do evento nacional!

cartazsetembro

14º Encontro Anual do VW Clube – RJ

No dia 03 de novembro, o VW Clube – RJ realizou o seu 14º Encontro Anual, no Shopping Station Mall, na Barra da Tijuca. O tempo ajudou e o Rio de Janeiro teve um dia de céu azul, apesar do calor escaldante, o que incentivou todo mundo a botar os velhinhos da rua para participar do evento.

O Passat Clube – RJ esteve presente, como não poderia deixar de ser. Mesmo antes da formação do clube, que se deu em 2005, já participávamos dos eventos mensais e também do anual, quando eram realizados na Tijuca, Zona Norte da cidade. Participamos com 5 carros, sendo 3 deles modelos LSE “Iraque”, além de dois impecáveis modelos LS. O número total de participantes superou as expectativas e a área do evento não chegou a ficar pequena, pois ninguém ficou de fora, mas mostrou a força e a simpatia do VW Clube – RJ em atrair tantos proprietários de carros antigos, mesmo aqueles que não possuem um VW na garagem.

vwclube2014_01 vwclube2014_02vwclube2014_05Além da grande variedade de modelos antigos presentes, algumas cenas curiosas e não muito comuns na cidade chamaram a atenção dos participantes, como a presença de dois jacarés no lago localizado atrás do shopping, onde parte dos carros estava em exposição.

Visão de parte do evento: sucesso de participantes!

Visão de parte do evento: sucesso de participantes!

Bagdá Clube?

Bagdá Clube?

Cenas raras na cidade do Rio de Janeiro...

Cenas raras na cidade do Rio de Janeiro…

Placa de homenagem recebida pela participação do Passat Clube - RJ e prêmio de destaque concedido ao LSE 1987 do sócio Michael Sgarbi.

Placa de homenagem recebida pela participação do Passat Clube – RJ e prêmio de destaque concedido ao LSE 1987 do sócio Michael Sgarbi.

Membros do Passat Clube - RJ marcando presença no evento.

Membros do Passat Clube – RJ marcando presença no evento.

No final do evento, todos os clubes participantes receberam uma placa de homenagem e agradecimento. E entre os destaques do dia, o LSE 1987 do amigo Michael Sgarbi foi um dos premiados! Em breve teremos uma seleção de fotos da área de eventos da Home-Page do Passat. E no próximo evento do VW Clube – RJ, estaremos lá, lembrando os 25 anos do fim da produção do Passat no Brasil.

Encontro Sul Brasileiro de Passat

Imperdível para o pessoal do Sul (e também, claro, para quem mora em outras regiões e quer ter um belo final de semana)… Em fevereiro acontecerá o 2o Encontro Sul Brasileiro de Passat, com organização dos principais clubes da região. O Passat Clube de Curitiba, o Passat Car Club – SC e o Passatchê convidam todos a participar deste evento, que acontecerá na cidade de Balneário Piçarras, em Santa Catarina. É motivo de sobra pra um passeio por esta belíssima região, não?

Os dados principais estão no folder abaixo! E todas as dúvidas podem ser tiradas através da página do Facebook do Passat Car Club – SC, administrado pelo amigo Maurício Elias.

E aguardem mais novidades sobre eventos de Passat…

Sul Brasileiro 2014

As figurinhas difíceis da linha 78

Ontem publiquei uma foto no meu perfil pessoal e no grupo do Facebook da Home-Page do Passat. Era apenas a foto de dois Passat em uma garagem. Uma foto tosca e sem qualquer preparo, com direito a uma capa enrolada por cima de um dos carros. Mas o pessoal gostou… A foto foi parar até em alguns perfis (sem nenhum crédito), compartilhada por aí. Parece que agradou mesmo. Portanto, seria injusto não publicar a foto aqui também, para os amigos que não acessam o Facebook.

A imagem mostra dois dos representantes mais raros da linha 1978: um Passat Surf e um Passat 4M. Faltou, como bem lembrado pelo amigo Marcelo Nadólskis, um Passat LSE pra fechar o trio das versões daquele ano que hoje em dia são muito difíceis de encontrar por aí, em qualquer estado de conservação.

surf4mO Passat Surf não é meu. “Apenas” tive a grande honra de levá-lo pra casa após sua compra por um amigo. Por aproximadamente 1 mês, terei o prazer de ver esta cena todos os dias. Depois disso, o carrinho seguirá para a casa do seu novo e feliz proprietário, sendo restaurado como deve.

Fica o registro…

Yellow Submarine

carro-vila-marianaNo mínimo curiosa a reportagem encontrada e compartilhada pelo Guilherme Buzzo no grupo da Home-Page do Passat no Facebook. Um Passat abandonado no bairro da Vila Mariana, em São Paulo, foi pintado, enfeitado e batizado como “Yellow Submarine”, como uma referência a música dos Beatles. O motivo? Talvez tenha sido uma maneira encontrada para chamar a atenção da subprefeitura do bairro, que já foi informada algumas vezes sobre a presença do pobre Passat abandonado no local e até agora nada fez. Segundo moradores, o carro se encontra na mesma vaga há pelo menos 3 anos.

Em uma pesquisa pelo endereço no Google Street View, as imagens de fevereiro de 2011 mostram o Passat no local e já com aspecto de abandono, porém ainda muito menos depenado do que agora. Para facilitar, o link do Street View está aqui (corram, antes que o Google atualize as imagens!).

Cobertura: AGMH em Caxambu

Em uma atualização que pode ser considerada relâmpago para os padrões da Home-Page do Passat (digo… para os padrões do responsável pela Home-Page do Passat, já que o site não tem culpa nenhuma disso), já estamos com a cobertura completa do evento de Caxambu no site. São cerca de 160 fotos do Parque das Águas e também algumas do Palace Hotel, onde a maioria dos participantes se hospedaram, e de ruas próximas ao hotel onde alguns carros antigos foram flagrados.

Deixo duas imagens aqui pra matar a curiosidade. E a cobertura você acessa pela área de eventos do site ou diretamente clicando neste link.

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Evento em Miguel Pereira – RJ

Amigos, principalmente do RJ, MG e SP, estamos ajudando a divulgar este evento que vai acontecer na bela e simpática cidade de Miguel Pereira, região Centro-Sul Fluminense, próxima às cidades de Vassouras e Paty do Alferes. O evento é organizado pelo Clube de Antiguidades Automotivas de Volta Redonda e o Nictheroy Clube de Veículos Antigos.

Miguel Pereira fica a cerca de 120km da cidade do Rio de Janeiro, 420km de São Paulo e 380km de São Paulo.miguelpereira102013Além disso, em Miguel Pereira existe, ou melhor, eu espero que ainda exista, uma antiga concessionária VW, já fechada, mas que ainda mantém em sua fachada a pintura de décadas passadas, desgastada pelo tempo, mas muito convidativa para uma foto dos Passat em frente a ela. Vamos colocar os Passat na estrada?

Foto retirada do Google Street View

Foto retirada do Google Street View

Ainda em Caxambu…

E continuamos até amanhã aqui no 4o Encontro de Veículos Antigos organizado pelo AGMH em Caxambu-MG, cidade que já se acostumou a receber eventos de antigomobilismo, como diversas edições do Blue Cloud. Como esperado, hoje chegaram mais participantes (e mais Passat!). Alguns carros se destacam, como um Mercury conversível (1948 ou 1949…), um El Camino e, na minha opinião o carro mais interessante do evento, pela raridade, um belíssimo Opel Kapitan 1951, que rodou segundo o proprietário 230km para chegar aqui.

Como sempre acontece, vale a pena rodar algumas centenas de km e reencontrar velhos amigos, além de fazer novas amizades. Os carros são importantes, mas acabam ficando em segundo plano. O evento continua… Carros devidamente guardados no Parque das Águas e mais tarde teremos um coquetel de confraternização. Amanhã teremos a premiação dos destaques entre os votos dos expositores (digo logo que votei em um certo TS cobre metálico) e possivelmente um passeio pela cidade.

E vamos aproveitar que a conexão wifi do hotel está funcionando razoavelmente agora e subir algumas fotos pra vocês…

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