Inscrições abertas!

É com prazer que podemos anunciar que as inscrições para o V Encontro Nacional do Passat já estão abertas! O evento este ano será uma parceria entre a Home-Page do Passat e o grupo AGMH, que organiza diversos eventos de carros antigos no RJ e também alguns fora do estado, e que vocês já estão acostumados a ver aqui no nosso blog e no site. Simultaneamente ao nosso evento acontecerá o 5º Encontro AGMH de Veículos Antigos em Caxambu. Teremos novamente o Parque das Águas abrigando diversos veículos antigos e, desta vez, os Passat marcarão forte presença e terão um local especial de exposição. Quem participar também poderá usufruir dos benefícios do evento do AGMH, como o coquetel e o passeio turístico oferecido pela prefeitura local. Quem quiser apenas participar da exposição não precisa pagar nada, mas ressalto que a inscrição prévia é obrigatória, até mesmo pra termos controle sobre o número de veículos que irão participar. Teremos um kit opcional com camisa e demais brindes alusivos ao evento, mas ainda estamos aguardando detalhes do orçamento para estipularmos o valor. Mas todos os detalhes de inscrição podem ser vistos no nosso site. Leia com atenção e se inscreva logo!

Relembrando, o V Encontro Nacional do Passat acontecerá entre os dias 12 e 14 de setembro. Faça uma revisão e deixe o Passat lavado e encerado pra cair na estrada. Te esperamos lá!

Pra lá de Bagdá… Em 1985!

iraque1985aUm fantástico registro do Iraque que vem dele, claro: Marwan Gassan, nosso passateiro em Bagdá! Segundo ele, a imagem é de 1985. Ao fundo, um gigantesco Saddam Hussein. E não dá pra deixar de notar também a cor do Passat que está mais ao fundo… Marrom?

Cine Rex

cinerexPor algum motivo desconhecido, fotos antigas na frente de cinemas costumam apresentar um Passat. É o caso da imagem deste post. Não tenho informações sobre onde a foto foi tirada e nem a época, mas pesquisando um pouco descobri um Cine Rex na Cinelândia, Rio de Janeiro, e que existe até hoje. O Cine Rex carioca funcionou como um cinema comum, porém com o tempo e provavelmente afetado pela crise que afetou os cinemas de rua após a proliferação das salas de exibição nos cômodos shoppings, passou a exibir filmes eróticos, o que acontece até hoje. A maioria das antigas salas de rua se transformou em cines eróticos ou, ironicamente, em igrejas. Será o mesmo da foto?

Sobre a época, o filme “Um trapalhão mandando brasa” (“Hardly Working”, em seu título original), uma comédia protagonizada pelo impagável Jerry Lewis, é de 1981, o que nos faz ter pelo menos uma idéia de quando a foto foi feita.

Editando: o Fernando Vieira, através de nossa página no Facebook, esclareceu o mistério! É mesmo o Cine Rex, hoje decadente, da Cinelândia. A imagem é do dia 12 de março de 1981 e o fotógrafo foi o Frederico Secco, da Agência O Globo).

Passat de família

Logo pela manhã um amigo me enviou o link com uma matéria da Auto Esporte, no portal G1. Na hora reconheci o belo LS 1982 do Caio Rossi, que participa do nosso grupo do Facebook. Confesso que apesar de conhecer e admirar o LS, não conhecia a sua história. Ou então conhecia e não lembrava, como é comum eu fazer… E a matéria conta uma bela história de família, explicando que o Passat foi comprado 0km pelos avós do Caio em uma autorizada de Santo André, que eu imagino que seja a Utivesa onde o carro aparece em uma foto da matéria e décadas depois passou pra ele como presente de 18 anos.

Não vou contar mais detalhes, pois a matéria está aí pra isso e eu recomendo que leiam. Mas fica registrado também aqui no blog mais uma história que mostra que pra muitos de nós o Passat não é só um meio de locomoção. Parabéns, Caio!

Reprodução do portal G1

Reprodução do portal G1

Placa Treta: a arte de vender gato por lebre

sport_treta01Caros leitores, eis neste post um dos “melhores” exemplares de Placa Treta que já vi. Um raro Passat Sport 1984, onde a talvez única característica da versão que tenha restado seja o nome no documento, ostentando as placas pretas que atestam o mínimo de 80% de originalidade de um veículo antigo.

As alterações graves para um suposto carro de coleção são notadas até mesmo por quem não está muito familiarizado com o Passat ou com a versão Sport. Ainda assim cito aqui a troca das rodas, estofamento dos bancos, volante, os pára-choques envolventes, a falta do borrachão da tampa do porta-malas, o emblema solitário também na tampa do porta-malas colado em local errado, os frisos cromados dos vidros laterais e as lanternas traseiras usadas a partir de 1985 (além de estarem opacas, em péssimo estado). Isso sem contar o estado geral de conservação do carro, que não está ruim mas de qualquer maneira já não seria digno das placas pretas mesmo se o carro estivesse original. O leitor que olhar as fotos com mais atenção vai encontrar mais itens errados, mas apenas alguns dos citados já excluiriam o carro da placa preta sem nem mesmo realizar a vistoria.

sport_treta02 sport_treta03 sport_treta04O carro em questão estava a venda no evento de Campos do Jordão – SP  e as fotos foram enviadas pelo Lobão. Pesquisando na internet e pela placa dianteira decorativa, foi possível encontrar a loja especializada no comércio de veículos antigos que está anunciando este ex-Sport por módicos R$18.000,00, como pode ser confirmado no link da própria loja. Deixo, caso seja desejado, o espaço aberto aqui para explicações da loja sobre o Passat anunciado, inclusive para dizer qual foi o clube responsável pela suposta vistoria realizada para emissão do Certificado de Originalidade. Mas ao mesmo tempo deixo minha opinião de que é impossível que qualquer comerciante especializado em veículos antigos não tenha a mínima noção da irregularidade do exemplar e queira repassá-lo como sendo um veículo original.

E deixo aqui minha humilde sugestão, aproveitando o ano de eleições na FBVA, que a entidade disponibilize em seu site a opção de pesquisa em um banco de dados onde o visitante possa digitar a placa de um veículo de coleção e saber:

- Se o Certificado de Originalidade do veículo foi emitido através da entidade;

- Em caso positivo, qual foi o clube responsável pela vistoria.

É claro que esse sistema só funcionaria para fiscalizar os laudos emitidos por clubes filiados a própria FBVA, e no caso das placas pretas irregulares emitidas por clubes cadastrados diretamente ao Denatran ou via despachantes isso não seria possível. Mas seria mais um modo de fiscalização de uma lei que vem sendo descumprida descaradamente, seja pra fugir do teste de emissão de poluentes (que não é o caso do exemplar deste post, emplacado em Mogi Mirim) ou como uma tentativa de valorizar o carro em uma possível venda para completos leigos no assunto.

Quem não tem cão…

tampasw01Não é segredo e nem mistério pra nenhum admirador de Passat, que a VW preferiu produzir a Variant II por aqui (que nos deixou as suas rodas 14″ como legado, dirão alguns) no lugar de produzir a Passat Variant, que provavelmente seria uma concorrente mais forte frente a Belina, principalmente. Então, na falta de uma legítima Passat Variant comercializada no Brasil, algumas empresas se encarregaram de transformar o Passat nacional em uma perua, para quem fizesse questão disso e tivesse dinheiro pra bancar uma transformação deste porte. As transformações realizadas pela Dacon e pela Sorana foram as mais famosas, porém o número de unidades transformadas é desconhecido e certamente bem reduzido.

tampasw03Um jeito mais simples, rápido e barato de ter a sua própria Passat Variant no Brasil também foi comecializado pela Dacon. No lugar de cortar toda a parte traseira de um Passat, o que envolveria também a pintura completa do carro, bastava usar um Passat 3 portas e trocar sua tampa traseira por outra, devidamente confeccionada para dar um espaço maior no compartimento de bagagem e uma aparência que lembrava a de uma perua, já devidamente pintada na mesma cor do carro. A troca da peça era simples e levava pouco tempo. O custo era obviamente bem menor, porém o resultado estético era um tanto controverso. Talvez por esse motivo, o uso desta tampa também não obteve sucesso e atualmente é uma solução menos conhecida do que as transformações citadas no início deste post.

tampasw02Uma destas raras sobreviventes ilustra este post e foi flagrada na cidade de Itatiba – SP, pelo Rafael Finardi, dono do Impala 1960 mais bonito que eu já vi. Segundo o Rafael, o carro pertence a um pedreiro e como podemos notar provavelmente é utilizado no trabalho, o que não deixa de ser interessante pois é um carro que continua contando sua história até hoje pelas ruas. Feio? Bonito? Alguém faria atualmente isso em um Passat? Tanto faz… O mais importante é ter o registro de um quase extinto acessório.

Dia das Mães

Dia das mãesTodas as homenagens do mundo ainda serão insuficientes para demonstrarmos o quanto elas são importantes. E pra ajudar um pouquinho nesse dever, a Home-Page do Passat quer prestar uma pequena homenagem para as mamães de todo o Brasil (e, por que não, do mundo?) em nossa página do Facebook. Envie pra gente uma foto da mamãe homenageada, através do Facebook mesmo, junto com seus filhos e o Passat da família e publicaremos por lá ao longo da semana. Só não esqueça de informar também o nome da mãe, dos filhos que aparecem na foto e também a cidade onde moram.

Então, o que está esperando pra homenagear suas mães, esposas, avós…?

WT-8123

A frase sempre é usada para definir o futebol, mas pra nós que amamos carros (mesmo os que também amam futebol), podemos adaptar: carro é a coisa menos importante entre as mais importantes. Carros nos levam e trazem, e apenas isso, se formos analisar o seu objetivo principal. Mas por algum motivo acabamos nos apegando muito a alguns deles. Os motivos são inúmeros e não cabe a mim enumerá-los aqui. Todos que acessam a Home-Page do Passat sabem muito bem como isso pode acontecer, cada um tem a sua história e um motivo pra ter se apegado a um Passat (ou outro modelo). E quando isso acontece, não é apenas o levar e o trazer que importam.

O LS 80 da família, em uma das poucas fotos em que ele foi registrado.

O LS 80 da família, em uma das poucas fotos em que ele foi registrado.

No meu caso, a história começa em algum momento do início dos anos 80. Eu era pequeno demais pra lembrar em que ano foi, talvez em 1983 ou 1984, pois calculo que eu tinha uns 4 ou 5 anos de idade. Mas lembro bem que meu pai tinha um Chevette bege (1976 ou 1977, por aí) e um belo dia foi me buscar no colégio, de carro. O colégio ficava na minha rua mesmo, a 200 metros de casa. Não havia a menor necessidade de me buscar de carro e nem era o costume. Ao sair pelo portão, ele me esperava na frente em um belo Passat verde. Apesar de pequeno, eu já conhecia todos, ou quase todos, os carros daquela época e reconheci o Passat. E no lugar de andar apenas aqueles 200 metros que nos separavam de casa, meu pai me levou pra dar uma volta pela orla e curtir o novo carro. Foi, assim, o primeiro passeio que me lembro dentro de um Passat.

Aquele Passat era um LS 1980 3 portas, Verde Pampa (só fui aprender o nome dessa cor muitos, mas muitos anos depois), placas da cidade do Rio de Janeiro, WT-8123. Foi logo equipado com um toca-fitas abaixo do revestimento central do painel e, pelo que lembro, nada mais. O carro não era muito usado no dia a dia, pois não havia muita necessidade. Mas em qualquer final de semana prolongado ou férias, a família toda embarcava no Passat com destino a algum lugar. Foram incontáveis viagens a Minas Gerais para visitar meus avós, algumas ao norte do RJ, uma para o Espírito Santo durante 1 mês conhecendo as praias do estado, outra também de semanas em direção ao sul do país, onde conheci Curitiba, Porto Alegre, Gramado, Foz do Iguaçu, entre outras cidades. Foi este Passat que trouxe, no banco traseiro rebatido, minha Caloicross AeroFree e a Caloi Ceci da minha irmã da loja, foi ele que nos levou de repente em uma triste viagem no meio de uma semana a Minas Gerais quando meu avô faleceu, foi nele que saímos várias vezes pra ir a praia e pescar, foi nele que fiquei sentado horas conhecendo um carro, lendo o manual, limpando, lavando, etc. Foi este carro que serviu muito bem a família até o finalzinho de 1989. Naquele ano o Passat Verde Pampa começou a apresentar sinais de ferrugem e foi colocado numa reforma completa, pintura novinha, ficou um espetáculo. Porém, poucos meses depois, meu pai estacionou em nossa rua e no dia seguinte não encontrou mais o carro onde havia deixado. Mesmo tendo seguro, ele ainda foi com um amigo a vários desmanches da Baixada Fluminense e outras cidades próximas, em busca daquele LS. Nunca mais tivemos notícias. Depois dele veio um Del Rey (seguido de outro), outros carros… Mas sempre ficou a lembrança. Anos mais tarde, com uns 15 anos de idade, um amigo me ofereceu seu carro pra dirigir pela primeira vez. Por obra do destino, era um LS 80 Verde Pampa.

verdepampa_02A paixão pelo Passat ficou. Em 1996, por conta dessa paixão e daquele LS 80, juntei umas revistas velhas, um punhadinho de informações imprecisas e superficiais e criei a Home-Page do Passat. O tempo passou, a paixão só aumentou, aos poucos vieram os meus Passat, os amigos com a mesma paixão, as viagens para eventos, o Passat Clube-RJ… Tudo em relação a Passat se consolidou. Mas faltava alguma coisa: sempre que eu via um Passat igual ao que meu pai teve, vinham as lembranças daquela época e a vontade de ter um igual. Enfim, aconteceu. Depois de muita conversa com um grande amigo (que não sabe que estou fazendo este texto, portanto não vou citá-lo aqui por enquanto sem que ele saiba e concorde), a quem terá sempre minha gratidão por isso, fizemos uma loucura: fiquei com o LS 80 dele e ele com meu LSE 87. Pouquíssimos motivos me convenceriam a me desfazer do meu LSE, o maior companheiro de viagens que tive. E um desses motivos apareceu. A tristeza de vê-lo ficar em outra garagem foi superada pela chegada do Passat que eu sempre quis e também pela certeza de que ele ficou em ótimas mãos (provavelmente melhores que as minhas próprias mãos).

verdepampa_03Este Passat é praticamente igual ao do meu pai: mesmo ano, mesma cor, 3 portas… Foi produzido cerca de 30.000 Passat após o nosso ex-Passat (sim, ainda guardo o documento dele). Com o carro finalmente em casa, meu próximo passo era mostrá-lo ao meu pai. Nunca fui bom em surpresas e, apesar de ocasionalmente meu pai lembrar do Passat dele quando conversa comigo sobre carros, confesso que tinha um grande receio de mostrar o novo Passat e ele não dar a menor importância. Afinal, já se passaram praticamente 25 anos. Mas eu não podia deixar de mostrar o carro e na quarta-feira de cinzas, logo de manhã, liguei pra minha mãe (que já havia sido devidamente informada do assunto e ajudou a manter o segredo) e pedi que ela avisasse ao meu pai que eu havia trocado o LSE e queria levá-lo pra dar uma volta no novo carro, sem dizer qual era. Consegui uma vaga exatamente em frente ao prédio deles e saí do carro pra esperar. Vi quando a porta do elevador se abriu e meu pai saiu. Ele deu alguns passos, olhou pra rua, sorriu e gritou de longe em tom de brincadeira “Ei! Esse é o meu Passat! Onde você achou ele?”. Na hora veio o alívio imediato pela reação dele… Ele saiu do prédio e começou a andar ao redor do carro, sorrindo. Perguntou se era o mesmo ano do dele, entre outras coisas. Abriu a porta do motorista, sentou no banco e se acomodou. Perguntei se a gente daria uma volta, achando que ele ia querer ficar no banco do passageiro e na mesma hora ele respondeu “Vamos ver se eu ainda sei dirigir um Passat”, enquanto fechava o cinto. Eu não poderia ter ouvido resposta melhor.

verdepampa_paiE lá fomos nós, passeando pelas ruas do bairro… No trajeto, ele começou a falar das viagens, dos anos em que ficou com o carro, do roubo do mesmo em nossa rua. Lembranças de muito tempo atrás. Depois de alguns minutos voltamos ao prédio e ele saiu todo satisfeito, me dando os parabéns pelo carro. Os amigos que já sabiam o que aconteceria naquela manhã esperavam as notícias sobre a reação dele e sei que muitos se emocionaram. Mais tarde, soube que ele se segurou na hora, mas também se emocionou quando voltou pra casa. Depois ele agradeceu por eu ter proporcionado a ele essas lembranças de novo.

Meu pai não precisa me agradecer por nada. Eu é que estou agradecido por ter tido a chance de proporcionar isso a ele.

Placa Treta: a tecnologia Total Flex em 1976

placatreta03Já estávamos há quase 1 ano sem um novo exemplar para nossa série “Placa Treta”, mas eu tinha certeza que mais cedo ou mais tarde apareceria algum Passat para nos decepcionar. E hoje enfim aconteceu. Um dos membros do grupo “Clube do Passat” no Facebook encontrou este anúncio em um famoso site de publicou por lá, já alertando para a incoerência.

placatreta03aplacatreta03bO Passat 1976 anunciado por módicos R$25.000, além das sonhadas placas pretas que caracterizam um veículo com valor histórico, ou seja, que preserve suas características originais, possui também uma gama de itens interessantes e que até onde conhecemos não era utilizada há quase 40 anos atrás. A mais interessante é um motor 1.8 com injeção eletrônica e tecnologia Total Flex. Além disso, direção hidráulica, vidros elétricos, rodas BBS, faróis xenon e um interior personalizado que dispensa comentários. O anúncio também mostra fotos do carro ainda com as placas cinza, o que nos leva a crer que as PP foram obtidas após a compra.

placatreta03cVale o mesmo comentário que sempre é feito: o gosto é algo pessoal. Muitos vão gostar do modelo anunciado e outros tantos não gostarão. Mas o que está em alerta aqui novamente é o uso incorreto da placa preta, novamente obtida sabe-se lá como, em um carro totalmente descaracterizado. Uma desmoralização da placa preta…

Detalhando o Passat Plus…

Passat PlusEstá no ar o primeiro artigo de uma série que pretendo publicar no site (aos poucos, de acordo com o que o tempo livre permitir), detalhando cada versão que for possível. A idéia é ter material para que os proprietários interessados possam usar como referência para a restauração de outros exemplares. Sei que a missão é bem complicada, mas obviamente contarei com a ajuda dos amigos para minimizar essas dificuldades.

O primeiro escolhido foi o Passat Plus, uma série limitada e com algumas características únicas. E o exemplar utilizado para este fim, que faz parte da coleção do Henrique Renke, tornou possível um detalhamento das partes mais emblemáticas desta versão.

É claro que todo artigo será passível de correções futuras, mais informações, mais fotos, etc. E sendo ele, por enquanto, único, ficará ligado a área de artigos diversos. Futuramente, com outras matérias do mesmo tipo, será mais apropriado fazer uma área exclusiva dentro do site. Creio que este primeiro artigo vá ajudar a saber o que faltou ser detalhado. Infelizmente não dá pra mostrar cada parafuso do Passat e nem é essa a idéia. Mas poder mostrar fotos do estofamento, painel, detalhes de cada versão, ou seja: o que deixa dúvidas nos proprietários na hora de fazer uma restauração.

A intenção é ajudar os passateiros… Espero que dê certo!

Garagem do Bellote: Passat TS

Produção de qualidade do Renato Bellote, como já estamos acostumados a ver. E para uma matéria de qualidade, nada mais indicado do que um Passat TS de qualidade! Estrelando este vídeo, temos o TS 1981 do Renato Gualda, que já passou algumas vezes aqui no blog. Um interessante modelo à álcool que, por conta do combustível, levava o motor 1.5 com o carburador Solex de corpo simples, já que o Solex alemão não havia sido adaptado para usar o combustível vegetal.

Apreciem…

Até debaixo d’água

A idéia do dia era participar de dois eventos na Barra da Tijuca. Pela manhã, o AGMH promoveria a segunda edição do seu encontro do Bosque Marapendi. E às 14:00, o VW Clube – RJ teria o seu evento mensal, onde o Passat Clube – RJ aproveitaria para relembrar os 25 anos do final da produção do Passat no Brasil. Mas a previsão do tempo não era animadora: 59mm de chuva ao longo do dia, de acordo com o Climatempo. Apesar disso, resolvemos manter a programação.

Ponto de encontro em Niterói, ainda sem chuva.

Ponto de encontro em Niterói, ainda sem chuva.

Pela manhã, a dupla que sairia de Niterói se encontrou no local combinado e de lá saiu para o segundo ponto de encontro, para que os Passat chegassem juntos ao evento. Já no caminho a chuva deu o ar da graça e assim foi até a Barra. Chegamos pontualmente às 9:00 no Bosque Marapendi, encontrando outros poucos guerreiros submarinos com seus carros antigos, além dos antigos dos próprios organizadores. Mesmo sob chuva, quem tem carro antigo, tem bom humor. E por este motivo o bate-papo sempre é imperdível. Porém, com a chuva cada vez mais forte e cerca de 10 carros presentes, acertadamente foi decidido que o evento seria transferido para o próximo domingo (e lá estaremos novamente!).

Estacionamento do shopping Via Parque

Estacionamento do shopping Via Parque

O jeito foi fazer hora e almoçar em algum shopping, aguardando o evento da tarde. E por lá, quatro Passat estacionados lado a lado, algo raro (ou quase impossível) de ver atualmente se não for realmente intencional, como foi o caso. Ainda com esperança de que o tempo melhorasse, no horário marcado partimos para o evento mensal do VW Clube – RJ. Mas hoje São Pedro foi implacável: o Rio de Janeiro precisava de um refresco e ele não se negou a ajudar. Novamente poucos carros se arriscaram a sair em um clima realmente ruim e não muito propício a quem tem carro antigo. Depois de pouco mais de 1 hora de mais um ótimo bate-papo, mais uma vez foi (bem) resolvido que o melhor seria abortar também este evento e seguir pra casa antes que o clima ficasse ainda pior.

Durante o evento mensal do VW Clube - RJ

Durante o evento mensal do VW Clube – RJ

Passat LS 1980, do Fábio Bittencourt, voltando pela Linha Amarela.

Passat LS 1980, do Fábio Bittencourt, voltando pela Linha Amarela.

Passat LS Village 1984, do Roberto Vilela, na Linha Vermelha.

Passat LS Village 1984, do Roberto Vilela, na Linha Vermelha.

Passat LSE 1987, do Michael Sgarbi, também na Linha Vermelha.

Passat LSE 1987, do Michael Sgarbi, também na Linha Vermelha.

Mas o dia não foi perdido, pelo contrário… Uma reunião de amigos é sempre algo em que só saímos ganhando. E semana que vem teremos novamente. Esperamos que com sol e ainda mais Passat!

5º Encontro Nacional do Passat – Chamada inicial

E temos o prazer de fazer o anúncio do 5º Encontro Nacional do Passat! O evento desta vez contará com algumas mudanças, sendo realizado no Parque das Águas da cidade de Caxambu-MG, e terá a duração de três dias: 3, 4 e 5 de outubro 12, 13 e 14 de setembro de 2014 (a data original precisou ser alterada porque a escolhida inicialmente coincidia com as eleições). O 5º Encontro Nacional de Passat conta com o apoio de diversos clubes de Passat pelo Brasil, como o Passat Car Club – SC, Passatchê, Clube do Passat, Clube do Passat – MG, Passat Clube – RJ e do Passat Clube de Curitiba, responsável pela organização das edições anteriores.

Com a divulgação bem antecipada do evento, esperamos que todos os interessados consigam se programar para participar de mais esta edição. Nos próximos meses serão divulgados detalhes sobre o evento, inscrição e demais informações necessárias, além do cartaz oficial do encontro. Mas, por enquanto, podem reservar as datas na agenda e se programar para participar de mais esta edição do evento nacional!

cartazsetembro

14º Encontro Anual do VW Clube – RJ

No dia 03 de novembro, o VW Clube – RJ realizou o seu 14º Encontro Anual, no Shopping Station Mall, na Barra da Tijuca. O tempo ajudou e o Rio de Janeiro teve um dia de céu azul, apesar do calor escaldante, o que incentivou todo mundo a botar os velhinhos da rua para participar do evento.

O Passat Clube – RJ esteve presente, como não poderia deixar de ser. Mesmo antes da formação do clube, que se deu em 2005, já participávamos dos eventos mensais e também do anual, quando eram realizados na Tijuca, Zona Norte da cidade. Participamos com 5 carros, sendo 3 deles modelos LSE “Iraque”, além de dois impecáveis modelos LS. O número total de participantes superou as expectativas e a área do evento não chegou a ficar pequena, pois ninguém ficou de fora, mas mostrou a força e a simpatia do VW Clube – RJ em atrair tantos proprietários de carros antigos, mesmo aqueles que não possuem um VW na garagem.

vwclube2014_01 vwclube2014_02vwclube2014_05Além da grande variedade de modelos antigos presentes, algumas cenas curiosas e não muito comuns na cidade chamaram a atenção dos participantes, como a presença de dois jacarés no lago localizado atrás do shopping, onde parte dos carros estava em exposição.

Visão de parte do evento: sucesso de participantes!

Visão de parte do evento: sucesso de participantes!

Bagdá Clube?

Bagdá Clube?

Cenas raras na cidade do Rio de Janeiro...

Cenas raras na cidade do Rio de Janeiro…

Placa de homenagem recebida pela participação do Passat Clube - RJ e prêmio de destaque concedido ao LSE 1987 do sócio Michael Sgarbi.

Placa de homenagem recebida pela participação do Passat Clube – RJ e prêmio de destaque concedido ao LSE 1987 do sócio Michael Sgarbi.

Membros do Passat Clube - RJ marcando presença no evento.

Membros do Passat Clube – RJ marcando presença no evento.

No final do evento, todos os clubes participantes receberam uma placa de homenagem e agradecimento. E entre os destaques do dia, o LSE 1987 do amigo Michael Sgarbi foi um dos premiados! Em breve teremos uma seleção de fotos da área de eventos da Home-Page do Passat. E no próximo evento do VW Clube – RJ, estaremos lá, lembrando os 25 anos do fim da produção do Passat no Brasil.