Restauração Passat GTS Pointer 1986 #95

Parte da frente do paralama já soldada:
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Aqui aquele canto que faltava, já pronto:
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Soldando o bacalhau:
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Obrigado por acompanharem!”

Passat B2 4.2 V8

Num tópico do nosso fórum sobre a possibidade de adaptação de um motor VR6 num Passat B1, a discussão chegou em adaptações de motores na linha Passat, tanto B1 quanto B2.

E eis que o amigo Luiz Fiorelli nos traz fotos de um Passat B2 com motor V8 de 4200 cm³, um verdadeiro monstro no cofre.

Como bem disse o Luiz no tópico, imagine isso tudo numa Quantum Syncro!

O tópico segue com alguns achados incríveis e muito debate sobre o assunto. Está curioso? Acesse nosso fórum, que nesta semana completou 6 anos de existência em local próprio, além de alguns anos de estrada.

Restauração Passat GTS Pointer 1986 #94

“Testando o alinhamento da frente, mas ainda vou montar a grade antes de soldar o painel dianteiro pra ter certeza:
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Essa parte já está sendo soldada, depois ainda tem aquele pedaço de cima pra fazer, que foi cortado quando trocamos o outro lado desse paralama interno:
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Só encaixado já bateu na medida certa do manual de carroceria:
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Obrigado por acompanharem!”

Encontrado no DF

As imagens não são nada felizes, mas vamos cumprir com o nosso papel de informar. O Jefferson, participante de nossa lista de discussão no Yahoo Grupos (sim, ainda temos a lista, que completará 10 anos em 2013) estava fazendo trilha de bicicleta, quando encontrou o que sobrou deste Passat, totalmente queimado. Apesar do estado, a placa ainda pode ser identificada, sendo JDR-7458, emplacado em Brasilia mesmo. As fotos foram feitas com um celular.

Imaginamos, até mesmo pela localização em que o Passat foi encontrado, que o carro foi produto de roubo/furto, sendo posteriormente descartado e destruido, e que o proprietário esteja a sua procura. É claro que nestas condições não há mais nada o que ser feito ou recuperado. Mas, novamente, cumprimos aqui nossa obrigação de informar e, possivelmente, dar uma conclusão ao proprietário.

Por razões óbvias, não vamos divulgar aqui o paradeiro do veículo. Mas se você é o proprietário ou o conhece, e quer saber a localização do mesmo, entre em contato através dos comentários, deixando um e-mail, para ser informado sobre o local.

Restauração Passat GTS Pointer 1986 #93

Aqui como a frente está agora:
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Furo que prende o parachoque arrumado e a longarina desamassada:
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A lata que vai na parte da frente da torre já com fosfatizante, é daquela peça original que tem todo esse paralama interno:
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Aqui encaixada no lugar:
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Lixando:
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Obrigado por acompanharem! “

Fuleco e outras histórias

No último domingo saiu o resultado da votação popular para a escolha do nome do mascote da Copa do mundo de 2014, que ocorrerá no nosso país. Controverso, o resultado não poderia ser outro: feliz está quem teve a ideia do nome, apenas.

Foto: divulgação

Afinal, o que levou a Fifa ao estranho nome do tatu? Ser estranho, diferente e não esbarrar em algum nome já registrado. Ocorre que os nomes para votação popular foram selecionados entre 450 opções elaboradas por uma agência publicitária brasileira, mas escolhidos pelo departamento jurídico da Fifa.

Os nobres causídicos foram muito eficazes ao buscar nomes sem registro em parte alguma do mundo, o que deve ter sido fruto de muito trabalho, pesquisa e certo investimento. Entretanto, os três nomes eram pouco carismáticos e não tinham muita ligação cultural com o nosso país.

Além do Fuleco vencedor, Zuzeco (mistura de azul e ecologia) e Amijubi (união de amizade e júbilo) eram as opções, que dificilmente deviam ser a melhor escolha dos publicitários envolvidos no projeto, mas eram apropriados juridicamente.

Segundo o jornalista Flávio Gomes, o ideal seria unir as palavras Caráter e Trabalho, obtendo assim um nome que combina mais com o brasileiro, ainda nas palavras dele. A formação do nome, deixaremos a você, leitor.

Fuleco, como chamaremos doravante o simpático tatu, será presença constante na mídia. Infelizmente já chegou a ser vítima de facadas em Brasília, mas passa bem.

Antes que o leitor pense que estamos mais ligados no Fuleco que no Passat, já adiantamos que está com a razão. Porém, vamos aproveitar o espaço para tratarmos da VW e suas versões especiais de eventos esportivos.

A VW e seus especiais de eventos esportivos

O primeiro VW nacional que remetia a algum evento esportivo foi o Gol Copa, de 1982. Na ocasião a seleção brasileira contava com muitos craques, entre eles o saudoso Sócrates e o Galinho, Zico. Era a seleção que trazia esperança à torcida, após um jejum de 12 anos da última conquista.

Foto: Marcelo Nadólskis

E o VW Gol Copa vinha caprichado, com vidro gravado com a palavra COPA no vidro traseiro (semelhante ao que foi feito no Scirocco e no Gol GT), rodas de liga leve aro 13′, frisos laterais, manopla de câmbio em forma de costura de bola e faróis de neblina, além de outros acessórios de “luxo”. De produção limitada, o carro faz sucesso até hoje, sendo raros os modelos em bom estado e mais ainda aqueles que sobreviveram imaculados.

Foto: Marcelo Nadólskis

Após o sucesso do Gol Copa em 1982, a VW optou por preparar o Voyage com roupagem esportiva, desta vez numa edição olímpica de 1984, Voyage Los Angeles. Mais conhecido pela cor chamativa, o carro destacava-se nas ruas, o que não agradou a todos.

Voyage Los Angeles muito bem conservado do Danilo Bueno.

Após as duas edições a VW dedicou a outras séries especiais, como o Fusca série especial, última série, Passat, Voyage, Gol e Parati Plus (que teve uma reedição no final dos anos 1980 na Parati e no Voyage), Passat Sport, Parati Club (em duas edições), Gol Star (em duas edições), Santana e Quantum Sport, entre outros.

Apenas em 1994, na Copa dos Estados Unidos, que a VW reeditava a série Copa, no Gol. O Gol Copa de 1994 não tinha o mesmo frescor de lançamento, como foi com o primeiro modelo, muito pelo contrário, era o último ano dessa carroceria em motorização que não fosse 1.0, destinado ao mercado interno. Porém a VW acertou a mão novamente, usando peças de GTS e GTi, o Copa 94 tinha um pacote tão interessante que chegou a retirar volume de venda de alguns modelos de linha e era disputado no mercado de usados. E o Gol foi pé quente, pois a seleção levou o fuleco caneco.

Depois vieram Gol e Parati Atlanta 1996. Em 2002 a VW não fez uso da palavra Copa, nomeando a versão especial de Sport, usando no símbolo as bandeiras do Japão e da Coréia. E novamente a seleção brasileira voltou ao país sob aplausos.

Talvez a VW estivesse com esperanças em 2006, quando pagou novamente pelo uso do nome Copa e lançou a terceira edição com esse nome. Mas não foi dessa vez que a seleção trouxe vitórias, assim como não obteve sucesso em 2010.

Teremos um Gol Fuleco em 2014? Ou um Up! Fuleco? A saber.

Mascotes do passado

O real intuito do post era compartilhar com o leitor fotos de dois chaveiros que o nosso amigo e sem colaborador, Cláudio P. Pessoa guarda sob 7 chaves, dos tempos que seu pai trabalhava no departamento de exportação da marca.

Também é imprescindível dizer que o ensejo para este post foi a sua contribuição com essas imagens trazendo assim a ideia para escrever sobre o assunto. Afinal, estava difícil casar o Fuleco com o Passat, não combinam.

O mascote daquela copa, segundo Cláudio, era Naranjito. Nosso Tatu é simpático, mas Naranjito demoraria a entender o nome as razões do nome, assim como o que eram aqueles seres da Copa de 2002.

Os nomes dos mascotes do passado não são tão felizes. Deixaremos aos leitores o espaço para citar e comentar alguns. Portanto, observando os demais, nosso Tatu não vai sair tão mal na foto. Vai Fuleco, pegue o caneco!!!!!

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Cobertura do X Blue Cloud

Vamos ser honestos… Eu nunca fui conhecido por minhas rápidas atualizações no site. E desta vez não seria diferente. Por mais que sobre vontade, falta tempo. Mas, enfim, cerca de um mês após o evento, a cobertura do X Blue Cloud está no ar! Tentei passar um pouco, tanto pelas fotos quanto pelo texto, do que foi o evento. E espero assim convencer outros passateiros a aparecer (ou reaparecer) nas próximas edições deste simpático encontro.

São cerca de 140 fotos pra vocês, um pouquinho mais do que tivemos aqui no blog durante o evento e nos dias posteriores… O link é esse aqui, mas vocês também podem acessar pela área de eventos do site. Aproveitem, comentem, elogiem, reclamem!

Restauração Passat GTS Pointer 1986 #92

Algumas peças que chegaram, tudo original novo, ai faltam as fotos da caixa de direção e do filtro secador do AC. Aqui umas presilhas dos parachoques:
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Coifa da caixa de direção:
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Pestanas externas:
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Os acabamentos dos parachoques, onde vão os rebites pra prender no carro:
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Motor do limpador:
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Presilhas dos borrachões:
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Farois Rossi (tem o outro lado Cibié chegando, vou ver qual vou deixar de reserva):
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Obrigado por acompanharem! “

6 anos do fórum da Home Page do Passat.

No dia de hoje comemoramos os 6 anos do fórum da Home Page do Passat em local exclusivo. Antes hospedada em outros fóruns, no dia 27 de novembro de 2006 o fórum da HP do Passat deu seus primeiros passos.

A lista de veteranos não é pequena, por isso queremos saber: desde quando você participa do nosso fórum?

Muito obrigado a todos vocês que fazem do nosso fórum, uma família.

Restauração Passat GTS Pointer 1986 #91

Foi trocado o buraco em que o banco vai preso, tinha sido desentortado mas foi melhor trocar:
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E aqui a parte dos altofalantes pronta, só falta lixar:
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Parte da frente montada pra ver o alinhamento:
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Rodas: Ronal URS Teddy

Quando o assunto é roda, o Passat nacional mostra-se um legítimo expositor móvel de rodas. A variedade de rodas originais, vendidas como acessórios em concessionárias, vendidas como acessório nas melhoras casas do ramo no passado e em sua maioria, as atuais do aro 13′ ao 20′. Vamos mostrar no blog algumas opções, começando por algo cultuado, mas inusitado por aqui.

Na década de 1990 o catálogo da empresa Ronal contava com uma variedade de rodas muito interessantes, inclusive com alguns modelos que fizeram sucesso nos anos 1980 e 1990. Entre elas, algo destoava do que pode-se considerar como opção para rodas de automóveis.

Era a Ronal URS Teddy:

Fonte: http://www.ronalwheels.co.uk

Rodas com desenhos caricatos são realmente inusitadas e raras num ambiente tão masculino como o de automóveis. A roda gerou sentimentos diversos, vítima de um bom número de piadas numa época que a internet engatinhava, era desconhecida para a maioria das pessoas e obteve um número modesto de vendas.

Com o a popularização da internet e devido à coragem de alguns ao colocá-las no carro, a roda tornou-se cultuada e o preconceito deu lugar para o bom humor, sendo usada em diversos projetos interessantes e com variedade de pinturas.

A empresa deve ter recebido um significante número de pedidos para reeditar as rodas, o que levou à oferta dela no aro 14′ 5 pol., até com opção da cor branca com pintura de detalhes:

Fonte: http://www.ronalwheels.co.uk

Os leitores devem estar pensando: o que essa preciosidade tem a ver com Passat?

Fonte: http://www.thetruthaboutcars.com/2010/01/curbside-classic-1978-vw-dasherpassat-diesel-b1/
Fonte: http://www.thetruthaboutcars.com/2010/01/curbside-classic-1978-vw-dasherpassat-diesel-b1/
Fonte: http://www.thetruthaboutcars.com/2010/01/curbside-classic-1978-vw-dasherpassat-diesel-b1/
Fonte: http://www.thetruthaboutcars.com/2010/01/curbside-classic-1978-vw-dasherpassat-diesel-b1/

O Dasher ficou interessante com essas rodas, talvez pela cor preta. Dá um dó pelo estado de abandono, como pode ser visto nas fotos.

Restauração Passat GTS Pointer 1986 #90

O funileiro não conseguiu fazer muita coisa, entrou outro serviço rápido pra fazer, mas foi passado fundo na guitarra do lado do passageiro:
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Aqui umas fotos melhores do que mostrei ontem:
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Obrigado por acompanharem! “

Passat do leitor #08

Após um tempo sem novos textos, voltamos com uma edição especial de “Passat do leitor”. Nosso amigo e valente moderador do fórum, Renato Gualda, conta sua história com o raro e original Passat TS 1980/81, cujo motor de 1500 cm³ é abastecido com etanol.

“Vou contar um pouco da história do passat na minha vida.

Sou de São Paulo Capital e tenho um Passat TS 1980, modelo 81, branco, movido a álcool.

Este carro tem um fator interessante e raro, alguns contestaram, outros duvidaram, mas meu carro tem motor 1.5!

Pois é! Sempre ouvi falar, e eu também acreditava, que todos os TS eram 1.6, mas eu estava enganado. Os primeiros TS movidos a álcool tinham motor 1.5!

Há até uma matéria da revista Quatro Rodas, que você encontra aqui mesmo na HP, que me ajuda a confirmar o mito!

Assim foram produzidos poucos e uma dessas raridades me achou!

Em 2006 eu estava com uma idéia fixa na cabeça:

Queria comprar um carro antigo, um carro de curtição, e o Passat era minha primeira opção. Na minha família eu, meu pai e meus tios todos tivemos Passats, então quando decidi ter um carro antigo, tinha de ser um Passat!

Em um dia comum de trabalho, andando pelo Bairro de Higienópolis, aqui mesmo em São Paulo, vi esse carro com placa de venda. Eu trabalho como representante comercial e carrego uma pasta um tanto quanto pesada. Nesse dia corri com mala e tudo atrás dele mas, é claro, não consegui chegar nem perto, porque o danado anda bem!!!  

Passei o resto do dia pensando “putz! perdi o carro! não vou achar mais, alguém vai comprá-lo antes de mim” e coisas assim.

Mas no dia seguinte… surpresa!

Ao parar em um farol com meu carro, eis que ele passa bem na minha frente! Com aquele jeito de “olha eu aqui!”.

Aí não teve jeito, mudei meu caminho e saí seguindo o tiozinho dono do carro! Buzinei, fiz gestos, gritei, até ele entender que eu queria aquele carro pra mim!

Quando o tiozinho parou, quanta felicidade! Fechamos o negócio no mesmo dia!

A princípio meu objetivo com o TS era o de rebaixa-lo, colocar rodas esportivas e um motor mais forte mas… assim que eu peguei o carro e comecei a analisar… ele estava em perfeito estado de conservação, com muitos itens originais, dificil de achar tão inteiro por aí… não teve jeito! Mudei os planos e parti para um projeto de originalidade!

Desde então fiz algumas alterações, fui atrás de itens faltantes, retirei insulfilm, coloquei  rodas originais, retirei as faixas vermelhas típicas do Passat Flash (mas não do TS 1980!) e, é claro, funilaria e pintura nos pontos de ferrugem!

Hoje, passados quase 6 anos da aquisição do TS, depois de muitas viagens e encontros de antigos, os colegas me deram força pra partir para uma placa preta.

No fundo eu tinha medo que não passasse… sei lá! Mas com o apoio da família e dos amigos, principalmente do Edison e do André Grigorevski que me apresentaram ao Irineu do Puma Clube de São Paulo, tomei coragem e fui pra batalha!

E o “garoto passou de ano”! Com toda a honra e toda glória hoje ostenta suas placas pretas!

Acredito que esta é uma grande conquista e um incentivo ainda maior para que eu continue a cuidar do TS e, junto dos amigos amantes do Passat, continue a preservar a história desse carro que além de ser um ícone da indústria automobilística, é antes de tudo um membro da minha família!”

Parabéns ao Renato pela história com esse carro e pela recente obtenção de Placa Preta, fruto de muita dedicação e empenho para conservar o carro como nos primeiros dias dele nas ruas.