Hoje não, hoje não… Hoje sim, hoje sim.

Esperar pouco de alguém nem sempre deve ser sinônimo de pessimismo. Por vezes esperar o pior das pessoas nos traz uma enorme surpresa quando algo positivo é mostrado, ao passo que esperar o melhor de alguém pode ser muito mais decepcionante do que não depositar confiança sempre.

A VW do Brasil tem se empenhado em vincular sua história aos produtos atuais, como ocorreu com o retorno do nome Voyage, às ações em torno da Kombi nos Salões do Automóvel e recentemente pela adoção do nome/apelido nacional do VW Sedan (Fusca) a um produto e imagem, o Vw Fusca 2013.

Também causou surpresa a comemoração dos 60 de Brasil da empresa, mostrando um VW Passat 1976 e ressaltando a inovaçãoao adotar o arrefecimento do motor por meio de água, no lugar do então tradicional sistema a ar.

Poderíamos pensar que a VW resgatou sua história e tem olhos para seu próprio passado. Poderíamos gritar que hoje ela não ia pisar na bola, lembrando corretamente dos seus próprios passos. Poderíamos ficar felizes ao ver um carro nacional antigo retratado numa propaganda de um produto novo. Hoje não, hoje não seremos decepcionados…

564552_10151506503409438_1584805481_n“Hoje sim, hoje sim… é inacreditável.” Já disse Cleber Machado no passado:

Alguém buscou uma imagem na internet e nem se deu ao trabalho de pegar belas fotos de um Passat nacional. Não, colocou um modelo cujo facelift, embora oferecido para o mercado europeu e americano, nestas terras só foi objeto de estudos e jamais foi produzido aqui.

E a mensagem não poderia ser pior, afinal, só os Alemães poderiam fazer o novo Passat, o que reflete a situção atual da marca, que não produz modelos atuais e sofisticados no nosso país, importa da Alemanha e do México seus modelos mais caros e tecnológicos.

Salada de peças

Foto “roubartilhada” do amigo Mário César Buzian, autoridade em tudo o que tiver rodas e motor. Não é exatamente um Passat, mas vale para o nosso blog por motivos óbvios. Fotografado em 2006 no Rio Grande do Sul, conta ele que este Maverick não contava apenas com os nossos conhecidos faróis de Passat. Além disso, ainda tinha maçanetas de Escort, lanternas traseiras do Alfa-Romeo e bancos do Apollo. Como a cereja do bolo, calotas Glicério de um modelo de um lado e de outro modelo do outro lado.

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Está terminando…

Se você ainda não está participando do nosso Concurso Fotográfico, ainda dá tempo! Até o próximo dia 30, sábado, você pode enviar suas fotos pra concorrer. Mas seja criativo! Procure ângulos diferentes, bons cenários… A partir da semana que vem uma seleção de fotos será publicada em nossa fan page do Facebook para votação também do público, que participará como se fosse mais um julgador. Os 3 primeiros colocados receberão em casa o livro do Passat da série “Clássicos do Brasil”, autografado pelo autor Rogério de Simone, que gentilmente colaborou para que esta promoção se realizasse.

Leiam com atenção as regras do concurso, para que suas fotos não sejam desclassificadas!

A foto abaixo é só pra ilustrar o post… Pra tirar uma boa foto na garagem de casa tem que ser um fotógrafo bom demais. E, definitivamente, este não é o meu caso…

fotografando

Use a seta

No último dia 20 tivemos a publicação com maior alcance da história de nossa fan page do Facebook. Seria a foto de um belo Passat? O anúncio de um encontro de carros antigos? Alguma publicação deste humilde blog? Não, nada disso. Um simples gráfico cuja mensagem principal era algo que deveria ser tão óbvio quanto respirar ou beber água: “Use a seta”.

Trânsito---Setas2Mas, a julgar pela quantidade de pessoas que curtiram e compartilharam a imagem, nem o óbvio é respeitado pelos péssimos motoristas que trafegam pelas ruas e estradas brasileiras. O uso da seta é algo que não poderia ser mais simples, e tenho certeza de que todos os visitantes habituais do blog, motoristas responsáveis e que preservam seus carros, o fazem normalmente. É tão simples que eu tenho certeza que com pouca dificuldade conseguimos treinar um poodle para acionar o sistema corretamente. Hoje em dia também é muito comum as fábricas usarem como atrativo as setas nos retrovisores de seus carros 0km. Mas para que, se são raros os motoristas que a utilizam? Dobrar uma esquina, entrar em uma garagem, uma simples mudança de faixa em uma via com duas ou mais faixas… Sim, é muito importante sinalizar uma mudança de faixa. Quantos motoristas fazem isso? Motivos para o simples e óbvio uso da seta não faltam e neste caso o excesso não faz mal. Uma outra campanha pelo Facebook tinha um tom mais agressivo ao dizer “Seta não é c*: dê sem medo”. Grosseiro? Talvez… Porém real.

Sei que a campanha é como um torcedor gritar o nome de um time em meio ao Maracanã lotado, enquanto todo o restante do estádio torce pelo time adversário. Mas… Se um motorista que seja se conscientizar disso, terá valido a pena.

Mais algumas campanhas virão… Sem pretensão alguma de mudar o mundo, claro. Mas se ninguém se manifestar, quando e como vamos mudar nossa realidade?

Vídeo 60 anos VW do Brasil

Este ano a Volkswagen do Brasil comemora 60 anos de produção de automóveis no Brasil. cuja atividade iniciou-se por montagem de veículos em CKD. Seu carro mais conhecido, o VW Sedan, teve início de produção em 1960, pois os modelos montados em 1959 ainda tinham grande parte dos componentes importados.

E embora a Kombi tenha iniciado a produção nacional, ainda há muitos brasileiros que acreditam no pioneirismo do besouro. Com o passar dos anos os carros foram ganhando conteúdo nacional e a fábrica de São Bernardo do Campo-SP tornava-se uma cidade, uma cidade muito bem equipada e com tecnologia para fornecer a quantidade de automóveis que a levou a garantir a liderança no mercado.

Em 1969 a família VW crescia, com a chegada do VW 1600 e da VW Variant. Era a resposta ao projeto Willys/Renault/Ford, que era moderno, confortável e confiável. Em 1970 mudanças no VW Sedan, lançamento do VW TL e VW Karmann Ghia TC. Em 1971, um feliz facelift na Variant e TL, como modelo 1972.

Em 1972 a VW inovou ao oferecer o SP2 (assim como o SP1), mantendo dois esportivos na linha enquanto o antigo Karmann Ghia se despedia do mercado.

1973 era o ano de contra atacar a promessa da GM: Chevrolet Chevette. Assim o VW Brasilia era lançado, um carro na medida para a família brasileira que se apertava no VW Sedan. Ainda nesse ano e com fôlego nos lançamentos baseados na mecânica arrefecia a ar, a VW do Brasil já planejava o lançamento do VW Passat, um carro que mudava completamente o perfil da empresa, até então conhecida pelos carros de projeto atrasado.

Eis que chega 1974, um ano após o lançamento do VW Passat na Europa, o mesmo carro chegava aqui. Pequenas alterações para o modelo original, como ausência de VWautodiagnose, lanternas traseiras com setas na cor vermelha por conta da obrigatoriedade da legislação brasileira para aquele ano e a ausência de alguns acabamentos e opções de versões.

Tudo o que foi descrito acima passa por apenas 20 segundos, no comercial de 1 minuto que a empresa veiculou na televisão e por meio virtual em comemoração aos 60 anos de Brasil.

Para quem gosta de Passat e sabe da importância do modelo, o reconhecimento deixou um sorriso em cada canto do país, de pessoas que se dedicam a manter viva a lembrança de um carro que ajudou a basear toda uma linha de produtos da empresa de 1970 a 1990.

No vídeo o locutor ressalta a inovação nos anos 1970, trazida pela oferta do VW Passat no mercado nacional. A VW tem vivido um momento saudosista, revivendo os anos 1970. Aconteceu com o lançamento do Fusca 2013 e acontece agora, na comemoração dos 60 anos de atividade no país.

Para quem ficou curioso para saber mais sobre o Passat usado nas filmagens, podemos descrevê-lo, cena a cena:

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A interna está bem original. Volante, painel, laterais de porta e trincos do quebravento. Há dois itens que fogem, como as travas do quebravento paralelas e o rádio não original para o ano. O padrão do banco gera dúvidas sobre o ano do carro, pois é de 1975 sem encosto de cabeça.

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Pela foto da parte externa, as calotas em inox e o friso lateral denunciam que não são originais.

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Pelo cabelo, bigode e óculos do cidadão, não tem como contestar que representa os anos 1970.

vw 60 anos p3A foto mais reveladora, para quem quer descobrir o ano do carro. Reparem na ausência das saídas de ar viciado na coluna “C”. Outro ponto que evidencia ser um 1976 é a carroceria de 3 portas, com tampa traseira grande. Reparem que no final da calha não há o vão da tampa traseira pequena. Nesta imagem as rodas de VW Gol (4,5 pol, assim como as originais do Passat, mas com desenho diferente) e calotas inox ficam mais evidentes.

vw 60 anos p5Infelizmente surgiu uma traseira xadrez na cena. Mas quem realmente é fã de Passat, reparou nos detalhes do carro, com belas lanternas originais da marca Cibié e o emblema PASSAT LS.

São pequenos detalhes que em nada tiram o brilho do carro, muito pelo contrário. Como dissemos, é uma alegria ver esse reconhecimento a um projeto que revolucionou a própria empresa que o fabricou.

É a hora também de homenagear quem ajudou a projetá-lo e a produzí-lo por aqui, assim como os consumidores que apostaram na ideia.  Sem essas pessoas nós não teríamos esses carros para admirar.

Parabéns às pessoas que contribuiram para a VW do Brasil completar 60 anos de Brasil, bem como àqueles que mantém viva a lembrança dos carros do passado.

Porta de correr

Uma das coisas mais curiosas que já vi relacionada ao Passat… A foto apareceu no Facebook, sem detalhes além do ano do carro, 1974 (que dá pra deduzir pelos pára-choques).

O que será isso? Um estudo da própria VW? Uma loucura qualquer de alguma empresa? Invenção de um proprietário? Só sei que quanto mais a gente conhece a história do Passat, menos a gente conhece a história do Passat…

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Julia passeando…

E vejam só o que encontrei na rua outro dia… Um raro Passat Julia, passeando em Niterói. De vez em quando via esse carro pelas ruas de Niterói, mas já fazia tempo que não o encontrava. Dessa vez consegui fotografar. Este Julia está bem inteiro, apesar de alguns detalhes que mereciam atenção. Tem todo o jeito de carro de uso diário.

É bem interessante ver o contraste do estilo do carro no trânsito, entre modelos atuais e comuns.

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No Rio…

Neste domingo, o grupo AGMH realizou mais um evento mensal no Museu Conde de Linhares. Mas era um evento especial… Além do aniversário do grupo, que teve direito até a um grande bolo, também foram comemorados os 40 anos do lançamento do Chevette no Brasil e o Dia Internacional da Mulher. Toda mulher que chegava em um carro antigo, recebia uma rosa e um certificado de participação.

Os Passat marcaram presença, até mais do que na “Praça de Março” do domingo anterior. Um dos Passat, um 74 amarelo, inclusive fez a sua estréia no evento, adquirido há poucos dias pelo novo proprietário, que já é um visitante do nosso blog. Foi uma grata surpresa, pois eu costumava ver este Passat em uso atualmente, e por azar sempre passava por mim em sentido contrário. Por isso, nunca consegui ver o carro com calma ou mesmo conversar com seu proprietário (no caso, ex-proprietário).

Passat LS 1980 - 44.000km rodados
Passat LS 1980 – 44.000km rodados
Passat LS 1974
Passat LS 1974 – Proprietário: Rodolfo Faria
Passat LS 1976 - Proprietário: Vinicius Lyra
Passat LS 1976 – Proprietário: Vinicius Lyra
As mulheres que chegaram em carros antigos receberam uma rosa e um certificado. Gentileza e homenagem prestada pelo grupo AGMH.
As mulheres que chegaram em carros antigos receberam uma rosa e um certificado. Gentileza e homenagem prestada pelo grupo AGMH.

Como ocorre com frequência, o Museu Conde de Linhares é palco para vários carros raros. O que mais chamou a atenção ontem foi o Citroën SM 1972, propriedade do Sr. Leandro, de Niterói, proprietário também de outros Citroën antigos, entre mais algumas raridades de outras marcas. Segundo ele, são conhecidas atualmente apens 6 unidades no Brasil, sendo que até pouco tempo atrás ele também era proprietário de outro SM, vendida recentemente para outro colecionador. O motorzão V6 da Maserati surpreende, assim como as diversas esferas verdes no cofre do motor, que fazem parte do incrível e famoso sistema de suspensão.

Citroen SM 1972
Citroen SM 1972
Todo o charme do Fusca, em um exemplar com jeitão esportivo.
Todo o charme do Fusca, em um exemplar com jeitão esportivo.

Outro modelo raríssimo por aqui foi o Honda Prelude 1986, trazido dos EUA para o Brasil pelo primeiro proprietário, um militar estrangeiro, que veio rodando juntamente com sua esposa. O carro preserva algumas características interessantes, incluindo adesivos no pára-brisa da base militar de Norfolk, Virginia. Hoje, com seu segundo proprietário, o carro está a venda e quem quiser pode levar pra casa esse modelo pouco conhecido por aqui.

Honda Prelude 1986
Honda Prelude 1986

Curtam as fotos do post e confiram as quase 70 fotos selecionadas pra você em nosso site, na área de eventos.

Em São Paulo…

Eis que enfim publicamos em nosso site a cobertura do evento realizado no dia 10 de março no Cambuci, São Paulo, com direito ao esperado livro sobre o Passat da série “Clássicos do Brasil”. São 90 fotos gentilmente enviadas pelos amigos João Adamo, Heitor Nunes, Marcello Maia e Rogério de Simone, mostrando um pouco de como foi esse dia. Os autores Rogério de Simone e Fábio Pagotto compareceram para uma sessão de autógrafos durante o encontro, que segundo os amigos que participaram contou com a presença de 32 Passat, além de outros antigos, como um Dodge Charger R/T.

Ao lado da tenda montada para os autógrafos, ficou estrategicamente estacionado o Passat L 1976 do Heitor, que aparece na capa do livro. Mais alguns exemplares presentes no livro compareceram ao evento, como o TS 1981 do Renato Gualda, o LS 1982 do João Adamo, o TS 1977 do Edison Viggiani (todos eles também presentes em nossa seção “Passat do Leitor”), entre outros. Creio que eu não precise dizer o quão esperado foi o encontro deste dia 10 de março, quando enfim muitos proprietários de Passat puderam receber o exemplar deste livro, cuja qualidade eu já pude comprovar.

Então, depois de conferir as fotos deste post, delicie-se com as 90 fotos do evento!

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Placa… Preta!

Há poucos dias publicamos o post “Placa Treta“, mostrando a avacalhação que tem acontecido com a legislação sobre a placa preta no Brasil. Desta vez, vamos mostrar o outro lado da moeda. É claro que temos problemas diversos envolvendo uma verdadeira corrida às PP, mas ao mesmo tempo temos (e prefiro acreditar que seja a maioria) uma grande parcela de proprietários de carros antigos que segue à risca tudo o que é necessário pra ser contemplado com este benefício.

Pra ilustrar estes bons exemplos, durante a semana tive uma excelente notícia! O Passat LS 1982 do Henrique Renke recebeu as PP, alguns meses depois de fazer a vistoria para receber o certificado de originalidade. Mais do que merecido. Já tive o prazer de dirigir este LS e é como se fosse um carro 0km. E, na verdade, é quase isso mesmo. Este Passat foi encontrado e comprado por um grande amigo nosso há alguns anos com pouco mais de inacreditáveis 2.000km. Depois de uns 2 anos, foi comprado pelo Henrique. Hoje tem cerca de 11.000km rodados.

O impecável Passat LS 1982 participando de um evento no final do ano passado.
O impecável Passat LS 1982 participando de um evento no final do ano passado, ainda de placas cinzas.

Abaixo, algumas fotos que o Henrique mandou com a nova conquista… Como podemos ver, felizmente ainda temos excelentes exemplos do bom uso das placas pretas.

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Placa Treta

Sempre achei que falta na Home-Page do Passat uma matéria detalhada sobre a placa preta. Falar sobre suas origens, sua razão de existir, como obtê-la, por que obtê-la, entre outras dúvidas que pairam na cabeça de muitos donos de carros antigos, principalmente os recém-chegados neste meio antigomobilista. Bem, um dia farei. Enquanto isso, no maior resumo que eu possa fazer aqui para quem tem dúvidas sobre o assunto, a placa preta deveria contemplar veículos com 30 anos ou mais que mantenham um mínimo de 80% de originalidade. E essa originalidade deve ser atestada por um clube ou entidade cadastradas pelo Denatran para este fim.

Ditas estas rápidas palavras, voltemos ao mundo real. Absurdos envolvendo a placa preta não são novidade. Desde que a placa preta (vamos chamá-la de PP a partir daqui, pra facilitar) foi criada, gente esperta se aproveita pra ceder este benefício a veículos que não atendam as normas mais básicas da legislação específica sobre o assunto. Um caso notório era de uma Variant II 1978, extremamente original é verdade, que possuia placas pretas desde pelo menos 2005, antes mesmo de completar 30 anos. Outros casos famosos poderiam ser contados, mas não vamos nos alongar aqui.

Nosso amigo passateiro Willian Spera fotografou este Passat em um evento de São Paulo. Olhando a traseira rapidamente, trata-se de um belo Passat TS 1976. Com mais atenção, percebe-se a tampa traseira grande, exclusiva dos modelos L e LS. Olhando a lateral… rodas de liga modernas, totalmente incompatíveis com o objetivo da PP. Ao chegarmos na dianteira… Apenas um par de faróis nos aguarda, com direito a penduricalhos como as travas do capô. Uma bela salada que nunca deveria ter a PP. Mas tem…

treta01a treta01bQue fique claro: nada contra carros modificados aqui. Cada um faz o que quer. Mas o direito de um não deve transgredir a legislação. O problema aqui é modificar o carro e ter uma placa, um documento oficial do governo atestando sua originalidade e seu valor histórico, quando não tem. E, convenhamos, ainda fica feio e vergonhoso quando a pessoa chega com um carro assim em um meio antigomobilista, onde todo mundo sabe que aquele par de placas pretas não vale nada.

Quem tiver mais exemplos, pode mandar que divulgamos.

Escolta de luxo

Longe de ser auto-promoção, mas achei demais essa foto. Talvez porque raramente eu consiga ver alguma foto dos meus carros em movimento (mesmo que seja assim, quase parando pra subir na calçada). Foi o Matheus Marques que fez o registro (e eu nem avisei que ia publicar aqui no blog… belo amigo, sou eu) enquanto eu chegava no encontro da Praça XV, no Rio de Janeiro, neste último domingo. E ainda fiz os últimos metros do trajeto escoltado pelo belíssimo e impecável Dodge Dart De Luxe 1972.

Aliás, a cobertura deste evento já está no site. São pouco mais de 50 fotos pra você conferir.

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Clássicos do Brasil: lançamento em São Paulo

E muitos felizardos já tem em mãos sua edição do livro “Clássicos do Brasil: Passat”. Alguns deles, mais felizardos ainda, puderam adquirí-lo no último domingo, durante o encontro realizado no Cambuci, em São Paulo, onde os autores Rogério de Simone e Fábio Pagotto autografaram os exemplares.

Ao todo, 32 Passat compareceram ao evento, além de outros antigos, como Gol GTS e Dodge Charger R/T. Vale também o registro: o Passat da capa, o L 1976 do Heitor Nunes, também marcou presença. Algumas fotos você confere aqui e agora! Cortesia dos amigos João Adamo e Rogério de Simone. Em breve teremos a cobertura completa na Home-Page do Passat!

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