Cidadão do Mundo: África do Sul

Um Passat 1977 bem interessante que foi publicado em um grupo do Facebook recentemente… Vem da África do Sul, que até onde sei foi o único país onde essa grade e faróis foram usados no Passat. O exemplar foi levemente modificado com rodas de tala bem larga e um discreto aerofólio na tampa traseira. Reparem também a direção do lado direito, como convém ao país em questão.

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Foto antiga: TS 1977 cobre metálico.

Um verdadeiro achado, não só pela versão, mas pela cor. Um Passat TS 1977 na cor cobre metálico, uma cor menos popular na época, mas cobiçada atualmente.

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Crédito: Wilson Melo

Por onde anda este carro atualmente? Será que está bem preservado?

Cidadão do mundo: Alemanha

Um Audi 80 1977 precisando de dono. Apesar da pintura cansada e de alguns desgastes, o sedan parece ter boa quantidade de peças originais e bom alinhamento.

Ah, esses tapetes de piso de coletivo… Pelo visto estão espalhados pelo mundo.

Cidadão do mundo: Austrália

Da Austrália, este Passat GLS 1977 nos brinda não só com a cor prata combinada com a interna azul, mas com um conjunto inusitado de acessórios.

A persiana traseira até é conhecida dos leitores, mas a proteção dianteira é acessório inovador em matéria de Passat B1.

Impressões ao dirigir: Passat TS 1977

Quantas pessoas já tiveram a chance de dirigir um dos carros que mais admira? Há anos sou fã de carteirinha do TS 1977 do meu amigo Edison Viggiani (que estreou suas merecidas placas pretas neste evento), que já foi inclusive tema da nossa seção “Passat do Leitor“, capa de suplemento de automóveis, parte de uma reportagem sobre Passat na TV, entre outros… Ou seja: certamente não sou o único que admira este TS e o cuidado com o qual ele é tratado.

O test-drive aconteceu durante o Blue Cloud, em Caxambu, onde tive a oportunidade de dirigí-lo, e errar o caminho (juro que não foi uma tática pra aumentar o tempo do passeio), até o mirante do Cristo, um dos pontos turísticos da cidade. Apesar de ter sido um rápido passeio e por ruas dentro do perímetro urbano, muitas delas esburacadas, que exigiam velocidade baixa, foi uma experiência incrível e, vejam só, a primeira vez que pude experimentar o famoso Solex alemão de corpo duplo.

Como em todo Passat bem tratado, o test-drive mostrou um carro macio e gostoso de dirigir. E como convém a um modelo esportivo, não negou força ao subir as íngremes ladeiras que nos levaram ao ponto mais alto de Caxambu. No final, a satisfação de ter dado uma volta em um dos Passat mais belos que conheço e a vontade de repetir a dose com alguns km a mais no velocímetro.

Cidadão do mundo: Estados Unidos

Um Audi Fox destinado ao mercado americano, 1977. A frente é curiosa, pois emoldura os faróis redondos tampando o vazio deixado pela ausência da seta.

Os parachoques, como de costume, parecem retirados de uma Pick Up, principalmente o traseiro, completamente fora de sintonia com o restante da carroceria.

Philadelphia, 1977

Fotografia de 1977 retratando alguns carros estacionados na rua sob neve. Entre alguns Pintos e um popular Maverick, Um Buick Rviera, um Mercedes e um Audi 80.

https://i1.wp.com/images.hemmings.com/wp-content/uploads//2012/10/Philly1977_2000.jpg?resize=583%2C395

A fonte é o incrível blog hemmings. Vale a pena uma boa passada por lá.

Dia das crianças #3

Seguindo na série com fotos de crianças e Passat. A contribuição desta vez é do Fernando Vieira, com um Passat LS 1977, atualmente de sua propriedade.

A criança nas imagens não é o Fernando, mas seu primo, Márcio Silvestre. A história desse carro é longa, iniciando-se em 1990 na vida do Fernando. Esperamos vê-lo nas ruas futuramente, digno dos seus dias de glória após tantos anos de trabalho duro que geraram o apelido de “Maltratado”.

E lá se vão mais de 4 anos que o Fernando Vieira chegou no nosso fórum, contando as aventuras de restaurar um carro antigo.

Passat TS 1977, verde musgo: Rio Grande do Sul

Não se trata de um post da série “cidadão do mundo”, mas da publicação de fotos tiradas pelo nosso amigo e apaixonado por carros antigos, Mário César Buzian, de um belo Passat TS 1977 verde musgo, quando o carro estava presente no encontro de Bento Gonçalves – RS.

Em conversa com seu proprietário, Mário descobriu que o carro ficou parado por muitos anos, cheio de terra e teias de aranha, sendo de único dono e completo de peças. Bastou desmontá-lo e proceder com o serviço de pintura, para que retomasse a forma original.

Como sport plus, recebeu um equipamento de ar condicionado de Passat LSE.

O Rio Grande do Sul tem carros incríveis e que não ficam só sob capas, vão aos encontros e desfilam pelas ruas.

Obrigado, Mário Buzian!

Cidadão do mundo: Holanda

Falamos da Holanda ontem e hoje voltamos com um modelo que se encontra à venda.

Um exemplar de Audi 80 GLS 1.6, 1977, já com a frente de faróis retangulares e piscas envolventes, invadindo a lateral do paralama.

Apesar de ser a mesma frente usada no Passat nacional a partir da linha 1979, os parachoques guardam uma idferença, pois os nacionais eram maiores e com polainas de material plástico.

Outra diferença é na interna onde usaram no revestimento dos bancos e nas laterais de porta um veludo, enquanto o nacionais usava material plástico nas laterais de porta e tecido acrílico no revestimento dos bancos.

Cidadão do mundo: Estados Unidos

Um exemplar americano de Audi Fox 1977, na versão GTI. Pena que não está na sua melhor forma.

Destaque para o painel de instrumentos completo e bem organizado, como deveria ser o painel do Passat Nacional se não houvesse o intuito de economizar na produção de apenas um painel para toda linha.

Álbum de família: o reencontro.

Foi com surpresa que a alguns dias recebi um e-mail do nosso amigo Cláudio P. Pessoa, com fotos antigas de uma viagem em família. Mas não eram apenas fotos, era o registro de um momento especial.

Além de gostar de automóveis, quem lida com carros antigos busca informações sobre a época do veículo, hábitos, costumes, roupas, música, tudo vira objeto de pesquisa.

Porém, muitas vezes lidamos com sentimentos que vão além da máquina e objetos. Ao lidar com os carros acabamos nos envolvendo com a história dos seus proprietários, as passagens que o automóvel esteve presente e qual sentimento que o veículo gerava na pessoa.

No caso das fotos a seguir, nada melhor do que ler o depoimento de quem vivenciou o momento, onde os carros eram coadjuvantes.

Segue a história:

“Meu pai é piauiense. Em janeiro de 1977 viajamos todos de carro para o Piauí para passar as férias com a família, saindo de São Bernardo do Campo – SP. Meu pai, minha mãe, eu, minha irmã caçula, meu irmão mais velho e, claro, o Passat. Se não me engano foram quatro dias e três noites de viagem.
O Passat LS 3 portas era zero e praticamente foi amaciado na estrada. No último dia, já no estado do Piauí, meus avós paternos, um tio e uma tia foram nos recepcionar ainda na estrada e a foto abaixo mostra o momento exato de nosso encontro.
Considerando o instante menor do que um piscar de olhos a foto se torna ainda mais preciosa. Tirada de dentro do opala de meu avô, por sinal um belo exemplar duas portas novinho também e cheio de acessórios da época.
Paramos no acostamento e nos cumprimentamos. Minha avó faleceu há um mês, aos 99 anos. Meu avô e meu tio já se foram há muitos anos. Um belo dia, boas lembranças, e o que importa: um momento feliz.”
Nosso muito obrigado ao Cláudio por dividir conosco uma lembrença tão pessoal