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4 comentários

  1. Interessante notar como na “terra-mater” dos Passat, a famosa Germânia, esses carros acabaram ficando raros, pois ao contrário daqui, manter um carro antigo por lá é bastante custoso no que toca à inspeção, que é muito levada a sério, ao contrário do Brasil…
    Outro detalhe que eu acho sensacional por lá é que vc. pode determinar ao depto. de trânsito quanto tempo irá efetivamente usar o clássico, pagando por isso as taxas correspondentes, de um modo muito rápido, fácil e simples. Obviamente isso não funcionaria na “república das bananas com cachaça”, pois aqui impera a “Lei de Gérson”, onde o importante é “levar vantagem em tudo, certo ???”
    Ou seja, brasileiro declararia que não iria rodar com o carro por vários anos e sairia todos os dias só pra sacanear…

    • Não vejo problemas em rodar com o carro todos os dias se o dono do antigo assim o quiser, desde que o carro esteja em boa condições, é claro. As inspeções aqui deveriam seguir o exemplo de lá e levar em conta aspectos de segurança também, e não só preocupações com emissões como a Controlar faz em São Paulo. Estando em dia com itens de segurança e emissões toleráveis para a época em que o carro foi fabricado, não vejo motivo para criar restrições ao uso dos antigos.

      • Creio que o caso aí não seria nem o problema de ter segurança ou não pra usar o carro, mas sim a cobrança de impostos mesmo que você não vá usar. Achei bem interessante a idéia alemã… Eu mesmo tenho o LS amarelo que está parado e o próprio 4M que já não sai “oficialmente” há pouco mais de 2 anos (apesar de eu ter dado duas voltinhas com ele esse ano…). Acho injusto pagar os impostos e não usar. Ainda mais pra colecionadores “de verdade” (sou um colecionador fajuto), que tem dezenas de carros e são obrigados a pagar todos os anos por eles, mesmo que não tirem a maioria deles do lugar.

        Mas concordo que aqui no Brasil teria muita gente dizendo que não usa o carro, só pra não pagar…

        • Falei em segurança porque, em minha opinião, além de aspecto de documentação, é o único motivo pelo qual acho justo restringir a circulação de um veículo, ou seja, quando não apresentar as condições. Tornar o imposto proporcional a quanto o carro efetivamente roda pode parecer justo, mas é burocrático. Sou mais a favor de menos impostos e taxas pra todo mundo. Vale lembrar que nossos “velhinhos” já tem isenção de IPVA. Um curioso e talvez único exemplo de justiça tributária do Brasil, pois assim podemos canalizamos melhor esses recursos para, entre outras coisas, dar a devida manutenção nos antigos e, melhor de tudo, rodar com eles o quanto quisermos. 🙂

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