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Guia: Antes de comprar seu Passat #1

Nada pior do que acabar de comprar um produto e depois descobrir coisas terríveis sobre ele. Ou pior, comprar “gato por lebre” e tentar consertar o erro, seguindo por um caminho de gastos além do que realmente vale o bem. Não há paixão que resista!

Sendo assim, inicia-se uma série neste blog que pretende ser apenas um guia para auxiliar o leitor na compra de seu Passat, seguindo pelas demais fases após a compra. Nada demais, senão uma referência, longe de ser um manual ou um tratado sobre o assunto.

Identifique-se

Antes de bater o martelo, assinar o cheque e chamar o guincho, identifique-se, leitor. Faça como um ator prestes a encarnar um personagem. Imagine-se no carro, pense como seria ao volante, como as pessoas o enxergariam dentro dele e como ele ficaria na sua garagem.

Esse exercício de ficção poderá ajudá-lo a encontrar um elo entre você e o carro, algo que faça ter uma identidade e o envolva no projeto. Você imagina alguém dizendo que um Passat é a sua cara? E como seria chegar no trabalho com um desses, brilhando e impecável? É um sentimento que deve ser exercitado, mas não caia no erro de cultivar inveja. Seu carro não deve ser motivo de inveja, mas de admiração alheia.

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Mais do que ficar no mundo ficto, volte ao passado. Em algum momento o Passat deve ter feito parte da sua vida. Um parente, um vizinho, um amigo, alguém deve ter tido um Passat. Recordar é viver e ligar o carro a uma memória tornará o projeto mais emotivo.

Pronto? Imaginou-se como proprietário de um Passat? Então aguarde que não ficaremos por aqui. Vamos estourar esse balãozinho na sua cabeça e colocar o pé no chão nos próximos posts.

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Sobre Artur.Y

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6 comentários

  1. Ótima ideia!

    Quero ler o resto, mesmo já sabendo que não vai adiantar mais pra mim, rsrsrs…

  2. Grande ideia, Artur. Gostei muito de você ter tocado esse aspecto do “causar inveja”. No sentido de corroborar com você, ajudando aos futuros Passateiros, mas também acreditando que essa visão vale para case tudo na vida (se não tudo), acredito que quando o objetivo é causar inveja normalmente essa conquista ou aquisição não satisfará a pessoa por muito tempo justamente porque dependerá sempre da reação dos outros pra se sentir satisfeito. E no nosso caso especifico não se tornará um Passateiro (hehe). Mas quando o objetivo for satisfazer a si mesmo é possível sentir um prazer muito mais seguro e duradouro sobre a conquista. E esse sentimento verdadeiro vai contagiar as outras pessoas que entendem de forma sincera que “você” não está tentado causar inveja. É isso aí, abaixo a inveja e a arrogância dos “juízes de plantão”. O importante é ser feliz e fazer o bem. 🙂

    Abraços

    • Olá Cláudio!
      Pelos meios de interação vejo que muita gente acha que está “abafando”. O melhor Passat do Brasil já surgiu em muitos cantos do país. hehehe

      E lógico que há muitos jurados por aí para avaliar os carros, gerando conflitos desnecessários.

    • Reforçando o que disse o Cláudio, a questão da inveja foi uma boa sacada. Dificilmente esse fator é discutido em algum lugar. E, de fato, serve pra praticamente tudo na vida.

      Fazer algo exclusivamente pra impressionar os outros, além de ser infantil, raramente leva a pessoa a uma satisfação total.

      Pra variar, mais uma ótima idéia do Artur…

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